sábado, 9 de janeiro de 2010
Santa malhação...
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Xurupitinha +3
Todo mundo falava que a gente começa de fato a curtir nossas crias lá para o terceiro ou quarto mês que é quando tudo vai entrando nos eixos e o baby fica mais bonzinho e esperto começando a fazer parte da interação da casa e da família. E não é que é verdade! Ela anda conversando (e reclamando, claro!) cada vez mais e parece que vai ser uma tagarela de primeira provocando uma interação deliciosamente divertida. Valentina também já consegue expressar diversos sentimentos através da sua face e lança olhares apaixonados principalmente para mim e para o pai!
Com certa independência, a vida para Valentina parece ter ganhado um pouquinho mais de graça- pouquinho porque ela não vai sossegar enquanto não se locomover sozinha e ganhar seu Green Card de gente grande. Ela já consegue pegar objetos, puxar coisas (inclusive brincos e cabelos) e se diverte com certos brinquedinhos arriscando até apertar alguns botões. Adora passeios na praça, na calçadinha, em jardins (ou até em marte) e fica enlouquecida com barulho de outras crianças. Aliás, a prática do passeio tornou-se parte da rotina do baby. Todos os dias coloco ela no carrinho e vamos lá avante ganhar o mundo, ou pelo menos a pracinha revitalizada do bairro!
Uma coisa que acho curioso é que a baby anda babando cada vez mais. Na minha longa curta vasta experiência com bebês (ou pelo menos dentro dos meus achismos) achei que eles começassem a soltar o tal líquido babarreico com tanta intensidade só lá para quando os dentes estivessem nascendo. Algumas pessoas já arriscam dizendo que a xurupitinha já deve estar com a dentadura encaminhada porque, além da baba, coça com muita força a gengiva.
Outra diferença sensível na lida com o baby aos 3 meses é a regularização das rotinas. Desde quando nascem os babies os pais entram numa onda do método das tentativas dos acertos e erros até encontrar a fórmula secreta do relacionamento diário. Valentina já acertou seu relógio biológico fixando os horários de suas mamadas- mais ou menos a cada três horas pela manhã, uma mamadeira de leite artificial as 7h30, mais uma mamada às 4h da madrugada e uma as vezes às 2h30, quando não pega no sono assim que troca a fralda- e do seu sono- tira cochilos de meia hora, 1h ou 1h30 duas vezes pela manha e mais dois pela tarde além de um ensaio de sono lá para as 18h indo dormir definitivamente entre 19h30 e 20h.
Com todas essas mudanças tão rápidas a única coisa que não mudou muito foi o gênio da garotinha. Continua brabíssima fazendo eu e o pai passarmos por cada constrangimento no meio da rua que cada um merece um post aqui! Nesse quesito ainda estamos tentando lidar com a birra do baby e confesso que fico ainda bem nervosa e desequilibrada- até arrisco aqui que ela já notou o meu ponto fraco e vez ou outra faz certos escândalos para me desestabilizar e acabar fazendo o que ela quer. Creio que a fórmula é tentar agüentar aqueles gritos todos (quando realmente for verificada a birra) e deixar rolarem os gritos atéeeee que ela se acalme e entenda que não adiantou, e UUUURRRRSSSSAAAAAAAAAA...
No mais, o que tenho para revelar é que agora já me sinto muito a vontade para declarar pela primeira vez que ando sentindo tudo aquilo que as mães do mundo inteiro costumam dizer que sentem por seus pitchucos. Minha filha é minha vida! Minha existência! E estou completamente apaixonada por ela! A vida não faz mais sentido algum sem a presença do baby em nossas vidas. È um tal de não sambar em vão. Trabalharei por ela, serei feliz com ela, comerei por ela, respirarei por ela, e cada vez que insistir em desistir viverei por ela! Certo dia em uma conversa com outra mãe (beeeem mais velha) ela disse que filho é uma parte de nós, um órgão que deveria se chamar CORAÇÃO...e é mesmo mais ou menos beeem por aí!!! ;)
PESO: 6,050 kg
ALTURA: 61 cm
DIAMETRO DO CRÂNIO: 40 cm
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Jingles bells
Primeiro Natal do baby e quem ganhou o grande presente foi a mamãe aqui. A data foi extremamente especial esse ano. O primeiro motivo é a própria atriz principal do blog que foi a grande lembrancinha dos pais, avós e tios, e o segundo é que voltou a ter para mim o gosto de “Natal”, que tem haver com o sabor FAMÍLIA. Tão pequenininha e a danadinha já conseguiu unir todos em sua volta e fazer da data uma confortável e doce lembrança.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Papai passado
Peixe fora d’agua
Claaaro que ela amou e nós, como pais de primeira viagem, exageramos nos banhos e o baby acabou ficando cheio de catarro, com o nariz constipado. No dia em que ela gripou minha intuição de mãe (e olha que ela já era um pouco aguçada) dizia que eu não deveria topar aquele banho no jardim de casa...
O dia estava calorento demais, no entanto meio nublado, um abafado insuportável, e perguntei a sogra se não era melhor colocar uma água meio morna. Ela respondeu que não, que estava muito calor, enfim acabei por colocar uma água em temperatura ambiente, mas o baby não reclamou. Brincou satisfeita na piscina e quando fui tira-la deu aquele escândalo de sempre por estar saindo do banho refrescante.
Depois da brincadeira o baby pegou no sono e quando acordou já despertou com o nariz entupido, tossindo e muito enjoadinha. Pois é, o baby é exatamente igual a mim no quesito fragilidade do sistema respiratório e com toda certeza deverá ter todos os ITES dessa região tão delicada. O resultado da brincadeira errada foi a suspensão total dos banhos de piscina e que estamos vivendo mais ou menos uma semana de tumulto no sono do baby que acorda sem ar pq ainda não sabe respirar pela boca.
Ps.: Sabendo bem do gênio do bebesão imaginei que ia ser um escândalo dar nebulização a ela três vezes ao dia. Mas a bixa é tão safadinha que adorou a medicação. Fica lambendo o ventinho gelado que sai do nebulizador e se comporta direitinho passando até uns 10 minutos quietinha. Maaaasss depois...já viu! Abre um berreiro e pronto! Está sacramentado que a paciencia acabou!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
O caso do besouro
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Sing babies
È interessante como bebês necessitam da presença da música em suas pequenas vidas. Da hora do sono às brincadeiras e no banho tudo fica mais divertido quando estamos cantarolando alguma coisa para eles. Desde os primeiros dias de vida (ou mesmo dentro do ventre) Valentina sempre foi habituada a escutar músicas e canções feitas especialmente para crianças ou não.
Para se ter uma idéia a presença das canções é tão importante na vida das crianças que na hora do parto a equipe médica já coloca uma musiqueta para a saída do bebê da barriga da mãe. Geralmente, quando o parto é programado, se escolhe uma música do gosto dos pais para ser colocada, mas no meu caso, como o baby foi apressado e veio um dia antes do agendado, colocaram a música disponível (aquela de Regis Danese). Na verdade, não combina nada comigo uma música religiosa, no entanto o momento é tão expressivo que de certa forma toda a letra fez sentido e vez ou outra me pego cantarolando a letra para ela (tudo bem que na hora do parto achava que era um celular tocando de tão dopada que estava).
Também logo no segundo dia de vida o papito do baby levou para a Maternidade o notebook com uma série de músicas selecionadas para ver se conseguíamos acalentá-la. Como eu estava sem leite Valentina estava morrendo de fome e as canções serviram para deixá-la um pouco mais calma e para embalá-la no soninho! Chegando em casa não foi diferente. Valentina todas as manhãs dormia ao som das mais variadas músicas de MPB que passavam em um programa da Rádio Tabajara e cada vez que nos deslocamos de carro o radinho abafa o som caótico do trânsito lá fora (pelo menos fazia até ele ser roubado).
Hoje as canções viraram opção de diversão embaladas pelo balanço da rede e de calmante para as horas do sono (tudo saindo da goela da mamãe aqui). É muito divertido perceber que ela olha fixamente para os lábios se exercitando para a comunicação balbuciando vogais desconexas numa alegria só. Para o momento das brincadeiras vale muita música agitada, engraçada, que sejam cantadas com o uso das mais variadas expressões, sorrisos e gargalhadas para deixar tudo mais interessante. Já para a hora do sono contam as canções leves ou até só o murmurinho das palavras das letras.
E a dica é essa para quem é mãe, pretende ser ou para quem pretende só acalentar seus sobrinhos: preparem-se para adquirir um repertório musical beeeeem vasto, pois vai ser muito útil para a construção de laços com o seu bebê. MPB, músicas infantis, de igreja, forró, sertanejo, brega, marchinha de carnaval, tudo vale! E como as tecnologias nos ajudam muito vale também fazer uma play list de músicas infantis gravar em CD ou deixar rolar no note enquanto o bebê está por perto. Valentina e eu gostamos muito das músicas da Arca de Noé, uma coleção que tem vários volumes com canções sobre bichos e brincadeiras cantadas por grandes nomes da música popular brasileira.
