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sábado, 30 de janeiro de 2010

Volta a labuta...

Com quatro meses completos de Valentina volto a trabalhar dia 1 de fevereiro. A minha expectativa era conseguir tirar minhas férias e ficar com o baby até os seus cinco meses de vida, mas como tudo na minha life é meio atropelado terei que voltar segunda ao batente (e sabe como é que é, peão é peão).

Já vinha pensando no assunto e matutando como iria fazer para encaixar as coisas na nova rotina, quem iria ficar com o baby. Para muitas mães esse é um período particularmente péssimo! Surgem dúvidas, o rebento ainda é pequenininho, você acabou de entrar em sintonia completa com o bebê, ele ainda mama muito, as tarefas quintuplicam, mas no meu caso estou parcialmente tranqüila.

Graças aos céus tenho sogros maravilhosos e aposentados, e principalmente dispostos a pegar no batente dos cuidados com o baby. Sei como é difícil cuidar de um neném e cogitei a principio colocar Valentina em um berçário, mas bloquearam logo de primeira a opção. Eles se habilitaram completamente a ficar com ela pelo período em que estarei no Sebrae. Ainda de quebra tenho um maridão, super-pai, esperando o resultado de um concurso para começar a trablahar e por isso com tempo livre para dedicar-se ao baby.

Devido a todos esses fatores estou de boa. Sei que minha Valentina estará sendo cuidada com muita atenção e carinho. Ela também vem tomando mamadeiras, o que facilita o processo de distancia do peito (de mim), e desde novinha já é muito acostumada com os avós paternos. A coisa que me preocupa é a mudança de rotina. Bebês quando condicionados a fazer tudo em ritual é difícil mover um milímetro sem bagunçar tudo e a construção do dia a dia dela foi um trabalho solitário, só meu, e especialmente trabalhoso. Não gostaria de ver tudo pelos ares e por isso já disse: “Domingo vou fazer uma planilha com todos os horários e darei ordens de seguirem á risca!”.
             
O menos mal disso tudo é que trabalho cinco horas por dia (até os cinco meses do baby serão 4h por conta do beneficio de ter dois turnos de 30 minutos para a amamentação) e fico pelas as manhãs em casa, conseqüentemente com a bonitona da mamãe. Agora sei aquela coisa “de aproveitar os momentos com seus filhos” e é assim que pretendo fazer. Realmente dá dor de deixar o baby e sair para trabalhar, mas me conhecendo bem sei que o labore me enaltece, me deixa mais confiante, dona de mim, e o que faz bem para mim reflete nela.   

domingo, 24 de janeiro de 2010

Dois não vale mais

Quando a gente se apaixona achamos que o mundo estaria completo e feliz se nele por ventura só habitassem você e seu amado. Quando nessa linda história de amor entra mais uma pessoa (um lindo baby) o coreto bagunça. Toda a relação entre homem e mulher muda, desde o tempo que um tem para dedicar ao outro, como o fortalecimento dos laços, já que passamos a ser “O PAI da minha filha” e a “MÃE da minha filha”, que agora quer queira quer não vão ser para toda uma vida. No entanto, existe uma mudança bem mais profunda, que encaro como a concretização do sentimento “agora eu formei uma família”, que é para os dois não fazer mais sentido ser somente DOIS.

Esse fim de semana, pela segunda vez, Valentina dormiu fora de casa (mais precisamente na casa dos avos paternos para a gente poder ir a um show). Ver aquele berço vazio, o silencio na casa e eu e Tan ali sozinhos foi extremamente esquisito. Engraçado é que na primeira vez aconteceu a mesma coisa e é como se faltasse algo entre eu e ele, um complemento, uma ligação. Achei que na segunda experiência em diante ia ser menos esquisito, mas foi exatamente igual. Ficamos que nem dois babacas cheirando o travesseirinho dela, comentando como a nossa xurupitinha é linda e bla bla bla.
Não que eu esteja dizendo aqui que minha relação com ele se resume agora a um filho (por favor, continuamos sendo um casal viril e cúmplice!), mas é interessante como nossas vidas, e inclui a do ser um casal, não fazer mais sentido algum se não tivesse a baby bagunçando nossa vida toda, espalhando brinquedos que apitam pelos nossos lençóis e deixando a gente com cheiro azedo de baba. Claro e claro que curtimos uma noite massa no show, como a quatro meses não tínhamos feito, e sete horas de sono sem interrupções com sons de choros e choromingos.
Talvez todo esse sentimento seja porque ela ainda é muito novinha e agente ainda não esgotou a vontade de ficar perto do baby. Creio que mais tarde a gente venha até a curtir umas férias de um mês do bebê da manhã longe de casa deixando o ambiente livre só para os DOIS!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Sono, sono, sono

Quatro meses de noites (e dias) mal dormidas e meu corpo já dá sinas de exaustão completa. Preciso de míseras oito horinhas de encontro com Morfeu, mas minha xurupitinha parece que vem andando na contra mão do desenvolvimento dos babies quando o assunto é sono! Quando era bem novinha o baby dormia muito bem a noite, acordava no máximo 2 vezes, mamava e logo voltava a cair no sono.

Com quase qautro meses completos Valentina vem comumente acordando três, quatro, cinco vezes na noite e tudo isso aparentemente sem um bom motivo (fome ou fraldas sujas). Toda espertíssima, a baby quando acorda para mamar já vem toda cheia de gracinhas fazendo besourinhos aparentemente sem um pingo de sono.

Adotamos a tática de não dar cabimento aos besourinhos e sorrisos, mas a danada logo percebeu e desenvolveu uma melhor: o CHORO. Quando vê que nenhum dos seus artifícios estão fazendo efeito coloca a língua para fora e mete o berreiro no meio do mundo e da madrugada. O resultado disso é que estamos ficando muito estressados com a situação. A xurupita passa os dias acordada dando um trabalhão e agora tirou as noites para aperriar o nosso já tão privado sono.

Pelo o que me parece Valentina tem acordado para buscar mesmo a atenção da gente, cheia de manha como está. A noite todo mundo sempre acorda um pouquinho, caso não tenha o sono tão pesado, e como ela é muito elétrica logo fica desperta por completo querendo que a gente fique junto na empreitada madrugada a dentro. Ufas!!!

sábado, 9 de janeiro de 2010

Santa malhação...

Pedro Bial já aconselhou usar filtro solar para as personas em geral e do alto da minha breve experiência como mãe aconselho os futuros pais a malharem desde já! Preparem o seu físico, músculos de braços, pernas, punhos e aqueles que sustentam a coluna, pois vocês vão precisar!

Como se já não bastasse os outros percalços das atividades dos cuidados com o Baby os pais ainda sofrem com dores por toda a musculatura e ossos devido a grande e intensa atividade de carregar seus rebentos nos braços, se abaixarem para dar banho naquelas banheiras feitas para extinguir a lombar de qualquer um, além de outras coisitas mais. Os primeiros meses são os piores. Doía em mim (além da cirurgia) todos os músculos das coxas, de trás dos joelhos, braços, punhos e a lombar.

Depois de três meses de atividades intensas as dores são bem menos sentidas (agora quem pega mesmo é o cansaço) e achei interessante em ler no livro (A Vida do Bebê, Rinaldo De Lamare) que de fato o corpo dos pais agora está preparado para agüentar o tranco. Bom saber que a natureza é perfeita, pois se Valentina com 6 kg já faz um estrago imaginem com o dobro disso cobrando colinho de seus paisinhos tão magrinhos?

A atividade é tão pesada que meus bíceps já esboçam músculos a lá Madona, minha coluna não dói nem mais carregando 200 kg e minhas coxas e bumbum estão bem mais rígidos do que quando tinha 19 anos!  O negócio é aproveitar os momentos de malhação gratuita e explorar ao meu favor. Quem precisa de uma academia completa quando se tem uma Valentina em casa 24h?

Mesmo com essa preparação corporal, não me safei de ganhar de presente uma inflamação no punho, que, aliás, já vinha doendo desde que o peso de Valentina dobrou. A xurupita só gosta de ser carregada sentadinha nos braços e de frente para olhar o mundo e tudo que se passa nele, daí vem o resultado da tal inflamação. Com um punho tão magrinho como o meu certamente não é de se admirar que alguma coisa fosse acontecer.

O diagnóstico eu não quero nem saber e nem procurei um médico porque no mínimo o que ele iria indicar era passar um tempo até a inflamação cessar sem pegar no baby...Imagina só? Impossível! Deve ser uma certa tendinite pelo uso abusivo dos punhos e que se reparar bem até estão meio inchados (ou bombados), mas até aí tudo bem, antes os punhos do que a coluna.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Xurupitinha +3


Chegamos até o terceiro mês de vida do baby (dia 27/12/2009) e posso com toda a certeza afirmar que acho que esse mês é o mais surpreendente em termos de evolução de Valentina. Um dia desses ela era uma coisinha que se aninhava no meu peito e hoje já está quase sentando! Não existe comparação alguma com aquele bebezinho recém-nascido que dava um trabalhão inenarrável que tínhamos que cercar de cuidados todos os segundos dos nossos dias.

Todo mundo falava que a gente começa de fato a curtir nossas crias lá para o terceiro ou quarto mês que é quando tudo vai entrando nos eixos e o baby fica mais bonzinho e esperto começando a fazer parte da interação da casa e da família. E não é que é verdade! Ela anda conversando (e reclamando, claro!) cada vez mais e parece que vai ser uma tagarela de primeira provocando uma interação deliciosamente divertida. Valentina também já consegue expressar diversos sentimentos através da sua face e lança olhares apaixonados principalmente para mim e para o pai!

Com certa independência, a vida para Valentina parece ter ganhado um pouquinho mais de graça- pouquinho porque ela não vai sossegar enquanto não se locomover sozinha e ganhar seu Green Card de gente grande. Ela já consegue pegar objetos, puxar coisas (inclusive brincos e cabelos) e se diverte com certos brinquedinhos arriscando até apertar alguns botões. Adora passeios na praça, na calçadinha, em jardins (ou até em marte) e fica enlouquecida com barulho de outras crianças. Aliás, a prática do passeio tornou-se parte da rotina do baby. Todos os dias coloco ela no carrinho e vamos lá avante ganhar o mundo, ou pelo menos a pracinha revitalizada do bairro!

Uma coisa que acho curioso é que a baby anda babando cada vez mais. Na minha longa curta vasta experiência com bebês (ou pelo menos dentro dos meus achismos) achei que eles começassem a soltar o tal líquido babarreico com tanta intensidade só lá para quando os dentes estivessem nascendo. Algumas pessoas já arriscam dizendo que a xurupitinha já deve estar com a dentadura encaminhada porque, além da baba, coça com muita força a gengiva.

Outra diferença sensível na lida com o baby aos 3 meses é a regularização das rotinas. Desde quando nascem os babies os pais entram numa onda do método das tentativas dos acertos e erros até encontrar a fórmula secreta do relacionamento diário. Valentina já acertou seu relógio biológico fixando os horários de suas mamadas- mais ou menos a cada três horas pela manhã, uma mamadeira de leite artificial as 7h30, mais uma mamada às 4h da madrugada e uma as vezes às 2h30, quando não pega no sono assim que troca a fralda- e do seu sono- tira cochilos de meia hora, 1h ou 1h30 duas vezes pela manha e mais dois pela tarde além de um ensaio de sono lá para as 18h indo dormir definitivamente entre 19h30 e 20h.

Com todas essas mudanças tão rápidas a única coisa que não mudou muito foi o gênio da garotinha. Continua brabíssima fazendo eu e o pai passarmos por cada constrangimento no meio da rua que cada um merece um post aqui! Nesse quesito ainda estamos tentando lidar com a birra do baby e confesso que fico ainda bem nervosa e desequilibrada- até arrisco aqui que ela já notou o meu ponto fraco e vez ou outra faz certos escândalos para me desestabilizar e acabar fazendo o que ela quer. Creio que a fórmula é tentar agüentar aqueles gritos todos (quando realmente for verificada a birra) e deixar rolarem os gritos atéeeee que ela se acalme e entenda que não adiantou, e UUUURRRRSSSSAAAAAAAAAA...

No mais, o que tenho para revelar é que agora já me sinto muito a vontade para declarar pela primeira vez que ando sentindo tudo aquilo que as mães do mundo inteiro costumam dizer que sentem por seus pitchucos. Minha filha é minha vida! Minha existência! E estou completamente apaixonada por ela! A vida não faz mais sentido algum sem a presença do baby em nossas vidas. È um tal de não sambar em vão. Trabalharei por ela, serei feliz com ela, comerei por ela, respirarei por ela, e cada vez que insistir em desistir viverei por ela! Certo dia em uma conversa com outra mãe (beeeem mais velha) ela disse que filho é uma parte de nós, um órgão que deveria se chamar CORAÇÃO...e é mesmo mais ou menos beeem por aí!!! ;)

PESO: 6,050 kg
ALTURA: 61 cm
DIAMETRO DO CRÂNIO: 40 cm

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Jingles bells

Primeiro Natal do baby e quem ganhou o grande presente foi a mamãe aqui. A data foi extremamente especial esse ano. O primeiro motivo é a própria atriz principal do blog que foi a grande lembrancinha dos pais, avós e tios, e o segundo é que voltou a ter para mim o gosto de “Natal”, que tem haver com o sabor FAMÍLIA. Tão pequenininha e a danadinha já conseguiu unir todos em sua volta e fazer da data uma confortável e doce lembrança.


O Natal para mim significava uma das datas mais legais quando criança. Logo após a separação dos meus pais (que todo mundo sabe que, diga-se de passagem, têm uma relação bem turbulenta) a data perdeu totalmente a cor. A família do meu pai (a mais numerosa e que fazia volume) já não comparecia ao jantar e a festa se resumia a participação da minha mãe, irmã, tia, tio, dois primos, minha avó e no máximo uns três agregados. Claro que tudo tinha seu significado, mas definitivamente não era como antes. Tive que começar a estabelecer divisões de ficar no Natal com minha mãe e passar Ano Novo com meu pai. As datas eram marcadas pela ausência dolorosa tanto de um como do outro pq na verdade o meu maior desejo era estar junto com os dois, mesmo que não fosse no padrão “família feliz”e pais casados.

Logo quando Valentina nasceu fiz um post com uma música, “Ela Une Todas as Coisas”, e por alguma intuição feminina e de mamãe desde a gravidez comecei a acreditar que a minha baby selaria novamente um grande elo entre todos apagando de vez todas esses entreveros na minha família. Ela viria para unir docemente e silenciosamente todos em volta dela reconstruindo ligações afetivas, mesmo que por outros caminhos, tudo isso em nome do amor. 

E não é que desde tão pequenininha a danada conseguiu fazer exatamente isso! Na noite de Natal de 2009, o primeiro Natal da xurupitinha, vi em um sofá de quatro lugares eu, minha, mãe, minha irmã e meu pai sentados ceando e conversando sem aquele clima pesado de “vai sair alguma briga”. Tudo tão natural! Vi até os dois trocando palavras civilizadas, oferecendo pratos e comidas, sem a concorrência e ciumeira da disputa da minha atenção. A danada tem tanto poder que nem precisou estar fisicamente presente(estava dormindo desde as 9h) e mesmo assim fez o milagre da socialização. Assim foi o primeiro Natal da baby. A menina promete!

Ps.: Aproveito também para desejar a todos uma data recheadamente especial como a minha foi! Pelo atropelo do dia não tive condições de ligar e nem de enviar recadinhos para ninguém, mas que aqui fique registrado os meus votos!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Papai passado




Com toda a certeza você já ouviu falar que praga de mãe pega. Seguindo essa linha de raciocínio, se avó é mãe duas vezes então praga de avó é praga duas vezes. Tratando-se que eu tenho uma mãe e duas avós bem vivas a praga que todas essas matronas jogaram em mim dizendo que Valentina viria com um gênio pior do que o meu valeu por cinco! Cinco vezes que eu iria comer fogo na mão de Valentina!

Praga é praga e o baby veio exatamente como o previsto pelas damas da família. Valentina desde a maternidade era a que gritava mais e até as enfermeiras diziam que o nome tinha tudo haver com a personalidade turrona do bebê. Chegando em casa, tirando a primeira semana em que o baby só dorme, já notamos a personalidade fortíssima da xurupita. Com ela não tem conversa, incomodou é grito, pernada, arranhões no rosto, berro alto, daqueles que eu fico até com medo dela tomar choro. Até a minha mãe, que cuidou pacientemente de mim por todos esses anos, disse que nunca viu um bebezinho tão brabo.

Pois é...com toda essa personalidade imaginem que não é difícil Valentina nos deixar constrangidos em público. E para completar a situação as pessoas sempre acham que eu e Tan somos duas criancinhas que tiveram um bebê e colocam logo em prova nossa competência como pais quando vêem o choro da pitchuca!

Essa semana Ubiratan iniciou mais uma vez a rotina de exames do seu problema de coração e fui acompanhá-lo ao médico com a baby. Ela chegou na cadeirinha e logo marcou presença no ambiente chamando atenção de todos pela fofinha que é. Ficou quietinha por muitos minutos seguidos, mas quando a coisa deixou de ser novidade começou o show (e é exatamente aí que entendo a importância de um peito cheio de leite. Ele garante pelo menos bico calado pelo período da mamada).

No entanto, quando Tan saiu de um exame e aguardava o outro deixei o baby com ele para ir ao banheiro. Subi um lance de escada, andei por um corredor, dobrei em vários cantos e mesmo assim de lá comecei a escutar o choro nada delicado da minha filha. Terminei o serviço rapidinho para correr e salvar logo o papai. Discreto que é, Ubiratan estava passado com a situação. Quando adentrei a sala de espera do consultório me deu vontade de cair na gargalhada com a cara que ele fazia e como todos olhavam para ele com semblante de “pai incompetente!”. Até uma mulher disse a mim que já estava se levantando para pega-la porque estava com pena do bebê. Peguei Valentina e tratei logo de vazar do local o mais rápido possível. Encontrei um jardim e foi lá que, com mais coisas novas, ela se distraiu e até dormiu.

Para a gente que é acostumada com as birras dela é fácil saber que aquiiilooo tuuuuudo é só birra, mas para o resto do mundo o choro é choro, e que choro quer dizer dor, que tem relação com tristeza, portanto de criança mal tratada, tadinhaaaa! Hehehehehe...Pois é bem isso gente, não se assustem quando Valentina na presença de vocês der um escândalo desses, com certeza tem a probabilidade de 70% de ser raiva, birra ou alguma coisa do tipo. Prometo que cuidamos muito bem da xurupita! E nessa disputa de gênio ruim quem vai poder mais? A pequena Valentina ou a mamãe aqui? Mas isso são cenas para os próximos capítulos!